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O CUBO DE RUBIK

O CUBO DE RUBIK COMO FACILITADOR DE ASSIMILAÇÃO E COMPREENSÃO

Informativo
23 Out 2017 10h01 atualizado 23 Out 2017 10h13

Ensinar  matemática é desenvolver  o  raciocínio  lógico, estimular  o pensamento independente,  a criatividade  e a capacidade  de  resolver problemas. Os educadores matemáticos devem procurar alternativas para aumentar    a    motivação   para    a    aprendizagem,     desenvolver     a autoconfiança,  a  organização, concentração, atenção,  raciocínio  lógico-dedutivo e o senso cooperativo, estimulando a socialização e aumentando as interações do indivíduo com outras pessoas. O cubo de rubik, se convenientemente  planejados, são um recurso pedagógico eficaz para a construção do conhecimento matemático e desenvolvimento de competências. Em 2015 surgiu o primeiro resultado da criação de práticas envolvendo o cubo de rubik em uma escola particular e em uma universidade de Engenharia Civil de Ceres e os resultados foram surpreendentes percebe-se que os acadêmicos desenvolveram capacidade de raciocínio lógico, paciência, concentração e coordenação motora ao escolher o cubo de rubik como tema desta pesquisa, é por acreditar que dentre as metodologias para o ensino de matemática, esta é a mais acessível com melhores resultados. Acredito que o ensino de matemática não deve continuar sendo feito apenas com seu método tradicional, pois os alunos não conseguem aplicar os conhecimentos ensinados na escola em sua vida em sociedade. Penso que, se utilizado, de maneira consciente e compromissada, podemos melhorar a situação que se encontra o ensino/aprendizagem de matemática. Para isso, não devemos tornar o uso do cubo de rubik algo obrigatório, pois ele deve servir para o aluno apreender os conteúdos de maneira alegre e prazerosa. Como a educação escolar pretende formar cidadãos conscientes, que possam aplicar os conhecimentos adquiridos na escola em sua vida em sociedade, auxiliando nesse processo de transformação.

Haroldo Mendes dos Santos


Participantes: 
Masculino
1º Gustavo Costa Arantes
2º Rafael Starrette de Morais Lopes
3º Gustavo Ferreira Matos
Menção Honrosa: Evandro Mariano Souza Nunes de Sá
Menção Honrosa: Gustavo Faleiro Tavares

Feminino
1º Amanda Teixeira Cardoso
2º Amanda Rodrigues  Quirino  Galvão
3º Maria Fernanda Rodrigues Coelho
 

REFERÊNCIAS:
BORIN, J. Jogos e resolução de problemas: uma estratégia para as aulas de matemática. São Paulo: IME-USP; 1996.
MARQUES, Gilberto. gilbertomarques.unblog.com.br/337336/a–lucidade- no-ensino-aprendisagem-matematica /GMC?matemático
MOURA, M. O. de. A construção do signo numérico em situação de ensino. São Paulo: USP, 1991. 
PARANÁ.  Secretaria  de Estado  da Educação.  Diretrizes  Curriculares  de Matemática para os Anos Finais do Ensino Fundamental e para o  Ensino Médio. Curitiba: SEED, 2008.
TAHAN, M. O homem que calculava. Rio de Janeiro: Record,1968. 
Revista Nova Escola - www.novaescola.org.br